O que evitar antes dos treinos

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Já parou para pensar na qualidade da sua alimentação antes dos treinos?

Se você se exercita com o estômago vazio, o corpo não terá energia suficiente para executar o seu melhor. Mas é igualmente ruim comer demais ou optar por alimentos “pesados” antes de um treino, já que grande parte de sua energia será desviada para digestão desta refeição.

Aqui estão alguns alimentos que você evitar antes de um treino.

Feijão e outros que produzam inchaço abdominal

Alimentos como: feijão, brócolis cru, laticínios tendem a produzir mais gases. Embora estes alimentos sejam saudáveis, eles podem causar algum desconforto gastrointestinal.

Fibra

Uma quantidade maior de cereais ricos em fibras pode estimular o trânsito intestinal tornando a digestão mais lenta. Consuma aproximadamente quatro gramas de fibra ou se programe para comer as fibras pelo menos uma hora antes do treino para dar ao corpo tempo para digerir.

Açúcar refinado

Uma dose de açúcar pode oferecer uma fonte rápida de energia, mas que será esgotada rapidamente, fazendo com que você se sinta fraco no meio do treino. Se precisar de uma fonte rápida de energia, escolha uma opção mais saudável, como a banana, que também oferece carboidratos (= energia) e nutrientes importantes para o organismo.

Alimentos pesados

Queijos amarelos, alimentos fritos e gordurosos levam mais tempo para digerir, resultando em algumas problemas digestivos . Evite-os!

Petiscos que Aceleram o Metabolismo

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Conhece aquela história de que fracionar o cardápio em cinco ou seis partes faz você consumir porções menores nas refeições principais? Continua valendo. Os picos de fome não dão as caras e o metabolismo se mantém num ritmo constante. Mas, se já é bom saber que para emagrecer é preciso comer, melhor ainda é a notícia de que certos alimentos ajudam neste processo.

Pipoca de Panela

No quesito fibras, o milho integral, que dá origem à pipoca, é imbatível. Larga na frente até mesmo de frutas e verduras, famosas por esbanjarem a substância. Um saco grande tem 4,5 gramas de fibras – a gente precisa de 20 a 30 gramas para que o intestino funcione direito e elimine gorduras e toxinas. Comparada com a pipoca caseira, feita só com um fiozinho de óleo, a tradicional de microondas é bem mais calórica. Não é preciso dizer que a versão doce ou com manteiga deve ser banida se a ideia é reduzir medidas. Por ser volumosa (demora mais tempo para ser devorada que um chocolate), a pipoca é uma boa opção para quem gosta de beliscar. A pipoca oferece outra vantagem: contribui para adiar o envelhecimento, segundo estudo da Universidade de Scranton, na Pensilvânia, Estados Unidos. Rica em polifenóis, antioxidantes concentrados principalmente na casquinha, a pipoca neutraliza os danos dos radicais livres. Para efeito de comparação, uma porção tem até 360 miligramas de polifenóis. Já a mesma quantidade de frutas apresenta 160 miligramas. Claro que nem por isso você deve trocar uma opção pela outra. Mesmo porque ainda não está comprovado quanto dos antioxidantes da pipoca o organismo é capaz de absorver.

Maçã desidratada

A maçã é campeã. Tanto a desidratada quanto a fresca estão cheias de pectina, uma fibra que dá saciedade. Um estudo americano da Universidade do Estado da Flórida feito com 160 mulheres mostrou que a versão seca emagrece mesmo. Os pesquisadores dividiram as voluntárias em dois grupos: um deles ingeriu 75 gramas de maçã seca durante um ano, enquanto o outro comeu a mesma quantidade de ameixa seca no mesmo período. Resultado: a primeira turma perdeu 1,5 quilo por mês, enquanto a segunda não eliminou nadinha. O que está por trás desse efeito espanta-gordura? É o que os pesquisadores pretendem descobrir na próxima etapa dos trabalhos. O fato é que a maçã seca concentra ainda mais fibras, vitaminas e minerais do que a fruta in natura. Também por isso (e por ser ótima fonte de carboidrato), sacia mais a fome e dá mais energia.

Iogurte

Dois potinhos de iogurte (desnatado, de preferência) por dia são aliados da cintura fina. O alimento ajuda a equilibrar a fora intestinal, o que favorece a absorção dos nutrientes. Esse efeito é ainda melhor no caso do iogurte probiótico, acompanhado de lactobacilos vivos. Fonte de proteína, essa opção de lanche dá saciedade e acelera o metabolismo – aspectos que também favorecem a perda de peso.

Biscoito de Arroz Integral

Assim como a pipoca, o biscoito de arroz integral tem volume. Mesmo consumindo um ou dois, você tem a sensação de ter comido muito mais. Isso se deve, em parte, ao alto teor de fibras que estimula a mastigação, além de saciar. Elas também  são ricas em gama-orizanol, um composto bioativo com propriedades antioxidantes. Sem falar no reduzido teor energético – a unidade pequena tem apenas 37 calorias. Outros pontos à favor: é livre de glúten, conservantes ou aromatizantes. De sabor neutro, pode ser consumido sozinho, com geleia e outros recheios.

Castanha do pará

Como toda fruta oleaginosa, a brasileiríssima castanha-do-pará é calórica: a unidade (7 gramas) tem 35 calorias. Porém, é rica em ácidos graxos monoinsaturados (gorduras boas), que têm o dom de reorganizar os depósitos de gordura corporal. Digerida lentamente, a castanha ainda afasta a fome. E, por ser termogênica, acelera o metabolismo, além de oferecer selênio e vitamina E – amigos da pele jovens. Coma duas por dia, nossa recomendação de selênio.

Fonte: http://www.boaforma.com.br

Batata Yacon contra inflamações

O visual não é de fruta – parece, isso sim, inhame. O yacon  ganhou notoriedade há uns dez anos por ajudar a domar as taxas de açúcar no sangue. Daí o apelido de batata diet ou batata dos diabéticos. Essa fama toda tem a ver com seu estoque de inulina, um carboidrato resistente às enzimas do estômago. Dentro do organismo, ela vira uma espécie de gel, capaz de tornar a absorção da glicose mais lenta. Bem diferente do que acontece com outros integrantes de sua família, como a mandioca, a batata e o cará, trio que está cheio de amido – amido absorvido depressa pelo corpo, provocando os chamados picos glicêmicos. Mas agora o yacon não é exclusivamente sinônimo só de glicemia controlada!

Estudiosos da Unicamp analisaram o poder do alimento contra a inflamação intestinal, a famosa colite. A investigação teve início justamente porque o yacon tem reservas generosas de açúcares não digeríveis, os fruto-oligossacarídeos, ou oligofrutoses. Também conhecidos pela sigla FOS, eles servem de comida para as bactérias do bem que habitam o ambiente instestinal e trabalham a favor de nossas defesas. Em outras palavras, agem como prebióticos.

Para avaliar as propriedades do yacon, os pesquisadores suplementaram a dieta de roedores com uma farinha à base desse ingrediente. A conclusão foi de que os prebióticos da raiz provocam o aumento da secreção de imunoglobulina intestinal, a IgA, uma proteína escalada para defender a áreA alimentação contendo FOS de yacon tornou os animais do estudo menos suscetíveis ao desenvolvimento de sintomas da colite.
Os FOS encontrados no yacon também estimulam o crescimento e a atividade de bifidobactérias, micro-organismos por trás de inúmeras benesses no intestino. Esse time diminui as bactérias patogênicos que insistem em permanecer na região. Ao chegar ao cólon, os FOS são degradados por bactérias que produzem ácidos graxos e outras substâncias que regulam o trato gastrointestinal, assim como melhoram o metabolismo de gorduras e reduzem a síntese de triglicérides.

Comparado a outras raízes comestíveis, o yacon e suas qualidades são animadores para quem vive em uma época em que altos níveis de gordura circulam pelo sangue . Os prebióticos da raiz deixam o trânsito intestinal mais rápido, e a capacidade de absorção de colesterol pelo órgão chega a ter redução de 10 a 15%. E tem mais: os FOS colaboram para que o corpo assimile pra valer alguns nutrientes, especialmente cálcio, um aliado dos ossos. De quebra, estimulam a multiplicação de bactérias que participam da fabricação de vitaminas do complexo B pelo sistema digestivo. Esse batalhão também está por trás do nosso bom humor. 

Amanhã tem receita com batata Yacon!

Fonte: http://www.saude.abril.com.br

Alimentação X Herpes

Algumas modificações na dieta podem ser eficazes, já que com a imunidade em alta, fica mais difícil de o vírus aparecer. Veja as dicas:

Probióticos? Sim!
Microorganismos vivos (bactérias benéficas) que recuperam a microbiota intestinal e fortalecem o sistema imunológico. Encontrados em cápsulas ou saches (pó).

Contra o vírus: óleo de coco e óleo de alho
Ambos possuem propriedades antibactericidas, antifúngicas e antivirais. Fortalecem o sistema imunológico, aumentando a resistência do organismo.

Chia e linhaça:
São boas fontes de ômega-3, capaz de melhorar o sistema imune. Também podem ser encontradas na forma de óleo.

Aminoácido do bem 
A lisina protege o corpo contra a ação do vírus e evita a ação do mesmo sob o organismo. O mecanismo explicativo para que isso ocorra é que por meio da lisina, o corpo passa a produzir enzimas, hormônios e anticorpos, que ajudarão no combate à doença. Boas fontes alimentares deste aminoácido são: ovos, peixes, soja e iogurte natural.

Sinal de alerta! 
Sabe-se que um nutriente chamado arginina é capaz de estimular a replicação e o crescimento do vírus. Deve ser evitado por aqueles que freqüentemente apresentam as feridas características da doença.

Alimentos fontes de arginina são: chocolate, milho, aveia e oleaginosas.

Fonte: http://www.mundoverde.com.br

Solução para candidíase pode estar na alimentação.


Vários fatores podem desencadear esse crescimento desenfreado de fungos, sendo o uso de antibióticos o principal deles (mata toda a flora intestinal, dando espaço de sobra para a Cândida procriar); no entanto, o estresse, o uso de anticoncepcionais orais por longo período, antiinflamatórios, dieta rica em açúcar, lactose e carboidratos refinados também podem levar a esse problema. O tratamento consiste em retirar todos os alimentos que estimulam o crescimento fúngico, como açúcar, mel, melado, doces, pães refinados, alimentos fermentados como pães, cerveja, vinagre, vinho, alimentos em conserva e embutidos. A quantidade de carboidratos deve ser regulada, inclusive a quantidade de frutas, e dependendo do caso, somente frutas com pouca frutose são permitidas. Na dieta alimentar são incluídos alimentos com ação antifúngica, como as sementes de abóbora (usadas como farinha salgada na comida, depois de triturada), orégano e tomilho, romã (toma-se o suco, que se prepara batendo a polpa e as sementes), óleo de coco extra virgem (pode ser usado no suco de fruta ou nos chás, no preparo da refeição ou nos alimentos crus).