Petiscos que Aceleram o Metabolismo

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Conhece aquela história de que fracionar o cardápio em cinco ou seis partes faz você consumir porções menores nas refeições principais? Continua valendo. Os picos de fome não dão as caras e o metabolismo se mantém num ritmo constante. Mas, se já é bom saber que para emagrecer é preciso comer, melhor ainda é a notícia de que certos alimentos ajudam neste processo.

Pipoca de Panela

No quesito fibras, o milho integral, que dá origem à pipoca, é imbatível. Larga na frente até mesmo de frutas e verduras, famosas por esbanjarem a substância. Um saco grande tem 4,5 gramas de fibras – a gente precisa de 20 a 30 gramas para que o intestino funcione direito e elimine gorduras e toxinas. Comparada com a pipoca caseira, feita só com um fiozinho de óleo, a tradicional de microondas é bem mais calórica. Não é preciso dizer que a versão doce ou com manteiga deve ser banida se a ideia é reduzir medidas. Por ser volumosa (demora mais tempo para ser devorada que um chocolate), a pipoca é uma boa opção para quem gosta de beliscar. A pipoca oferece outra vantagem: contribui para adiar o envelhecimento, segundo estudo da Universidade de Scranton, na Pensilvânia, Estados Unidos. Rica em polifenóis, antioxidantes concentrados principalmente na casquinha, a pipoca neutraliza os danos dos radicais livres. Para efeito de comparação, uma porção tem até 360 miligramas de polifenóis. Já a mesma quantidade de frutas apresenta 160 miligramas. Claro que nem por isso você deve trocar uma opção pela outra. Mesmo porque ainda não está comprovado quanto dos antioxidantes da pipoca o organismo é capaz de absorver.

Maçã desidratada

A maçã é campeã. Tanto a desidratada quanto a fresca estão cheias de pectina, uma fibra que dá saciedade. Um estudo americano da Universidade do Estado da Flórida feito com 160 mulheres mostrou que a versão seca emagrece mesmo. Os pesquisadores dividiram as voluntárias em dois grupos: um deles ingeriu 75 gramas de maçã seca durante um ano, enquanto o outro comeu a mesma quantidade de ameixa seca no mesmo período. Resultado: a primeira turma perdeu 1,5 quilo por mês, enquanto a segunda não eliminou nadinha. O que está por trás desse efeito espanta-gordura? É o que os pesquisadores pretendem descobrir na próxima etapa dos trabalhos. O fato é que a maçã seca concentra ainda mais fibras, vitaminas e minerais do que a fruta in natura. Também por isso (e por ser ótima fonte de carboidrato), sacia mais a fome e dá mais energia.

Iogurte

Dois potinhos de iogurte (desnatado, de preferência) por dia são aliados da cintura fina. O alimento ajuda a equilibrar a fora intestinal, o que favorece a absorção dos nutrientes. Esse efeito é ainda melhor no caso do iogurte probiótico, acompanhado de lactobacilos vivos. Fonte de proteína, essa opção de lanche dá saciedade e acelera o metabolismo – aspectos que também favorecem a perda de peso.

Biscoito de Arroz Integral

Assim como a pipoca, o biscoito de arroz integral tem volume. Mesmo consumindo um ou dois, você tem a sensação de ter comido muito mais. Isso se deve, em parte, ao alto teor de fibras que estimula a mastigação, além de saciar. Elas também  são ricas em gama-orizanol, um composto bioativo com propriedades antioxidantes. Sem falar no reduzido teor energético – a unidade pequena tem apenas 37 calorias. Outros pontos à favor: é livre de glúten, conservantes ou aromatizantes. De sabor neutro, pode ser consumido sozinho, com geleia e outros recheios.

Castanha do pará

Como toda fruta oleaginosa, a brasileiríssima castanha-do-pará é calórica: a unidade (7 gramas) tem 35 calorias. Porém, é rica em ácidos graxos monoinsaturados (gorduras boas), que têm o dom de reorganizar os depósitos de gordura corporal. Digerida lentamente, a castanha ainda afasta a fome. E, por ser termogênica, acelera o metabolismo, além de oferecer selênio e vitamina E – amigos da pele jovens. Coma duas por dia, nossa recomendação de selênio.

Fonte: http://www.boaforma.com.br

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Receita: Salada funcional com batata yacon

Ingredientes

– 6 folhas de alface

– 1/2 maço de agrião

– 1/2 maço de rúcula

– 2 tomates

– 1/2 repolho roxo picado

– 3 colheres (sopa) de uvas-passas

– 2 batatas yacon cozidas em pedaços

– Suco de 1 laranja

– Sal e ervas aromáticas a gosto

Modo de preparo

Lavar os folhosos, o tomate e a batata em uma solução feita com 1 colher de sopa de água sanitária para 1 litro d água. Deixar de 8 a 10 minutos e enxaguar bem em seguida.

Cozinhar as batatas yacon, descascá-las e cortá-las em cubinhos.

3 Arrumar em um refratário grande os folhosos, o tomate fatiado, a batata yacon em cubos e adicionar por cima as uvas-passas.

4 Finalize a salada com o suco de laranja, o sal e as ervas aromáticas.

Rendimento

3 porções

Fonte: http://www.saude.abril.com.br

Batata Yacon contra inflamações

O visual não é de fruta – parece, isso sim, inhame. O yacon  ganhou notoriedade há uns dez anos por ajudar a domar as taxas de açúcar no sangue. Daí o apelido de batata diet ou batata dos diabéticos. Essa fama toda tem a ver com seu estoque de inulina, um carboidrato resistente às enzimas do estômago. Dentro do organismo, ela vira uma espécie de gel, capaz de tornar a absorção da glicose mais lenta. Bem diferente do que acontece com outros integrantes de sua família, como a mandioca, a batata e o cará, trio que está cheio de amido – amido absorvido depressa pelo corpo, provocando os chamados picos glicêmicos. Mas agora o yacon não é exclusivamente sinônimo só de glicemia controlada!

Estudiosos da Unicamp analisaram o poder do alimento contra a inflamação intestinal, a famosa colite. A investigação teve início justamente porque o yacon tem reservas generosas de açúcares não digeríveis, os fruto-oligossacarídeos, ou oligofrutoses. Também conhecidos pela sigla FOS, eles servem de comida para as bactérias do bem que habitam o ambiente instestinal e trabalham a favor de nossas defesas. Em outras palavras, agem como prebióticos.

Para avaliar as propriedades do yacon, os pesquisadores suplementaram a dieta de roedores com uma farinha à base desse ingrediente. A conclusão foi de que os prebióticos da raiz provocam o aumento da secreção de imunoglobulina intestinal, a IgA, uma proteína escalada para defender a áreA alimentação contendo FOS de yacon tornou os animais do estudo menos suscetíveis ao desenvolvimento de sintomas da colite.
Os FOS encontrados no yacon também estimulam o crescimento e a atividade de bifidobactérias, micro-organismos por trás de inúmeras benesses no intestino. Esse time diminui as bactérias patogênicos que insistem em permanecer na região. Ao chegar ao cólon, os FOS são degradados por bactérias que produzem ácidos graxos e outras substâncias que regulam o trato gastrointestinal, assim como melhoram o metabolismo de gorduras e reduzem a síntese de triglicérides.

Comparado a outras raízes comestíveis, o yacon e suas qualidades são animadores para quem vive em uma época em que altos níveis de gordura circulam pelo sangue . Os prebióticos da raiz deixam o trânsito intestinal mais rápido, e a capacidade de absorção de colesterol pelo órgão chega a ter redução de 10 a 15%. E tem mais: os FOS colaboram para que o corpo assimile pra valer alguns nutrientes, especialmente cálcio, um aliado dos ossos. De quebra, estimulam a multiplicação de bactérias que participam da fabricação de vitaminas do complexo B pelo sistema digestivo. Esse batalhão também está por trás do nosso bom humor. 

Amanhã tem receita com batata Yacon!

Fonte: http://www.saude.abril.com.br

Lanchinhos para tapear a fome no trabalho

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É nesse período, entre as refeições principais, que muita gente acaba enganando o estômago com café (e açúcar!) ou exagerando nos petiscos gordinhos.

Para não cair nessa cilada, o jeito é manter sempre à mão uma opção de lanche saudável.

Abaixo algumas sugestões perfeitas para essas ocasiões e lembre-se: Variar o cardápio, investindo em uma lista de compras diversificada e rica em ingredientes naturais é, junto com o planejamento, a chave para conseguir driblar a rotina corrida sem descuidar do corpo. Confira, a seguir, as sugestões para colocar o plano em prática.

Frutas frescas
As menos sensíveis são as mais fáceis de carregar na bolsa. Nesse quesito, a dupla maçã e banana são infalíveis. Melão, melancia, mamão, pêssego, pera, tangerina… não importa qual seja a sua preferida. O ideal é sempre variar.

Frutas secas
As versões secas de diversas frutas concentram ainda mais fibras, vitaminas e minerais do que sua própria versão natural. Elas saciam a fome e dão mais energia, mas fique atenta com as versões açucaradas.

Iogurte
Se o seu ambiente de trabalho tiver geladeira e permitir que você guarde alguns itens por lá, vale investir no laticínio. A preferência aqui fica para o desnatado.

Oleaginosas
O cuidado com elas está na quantidade. A gordura boa deve ser consumida com moderação. Amêndoas, macadâmias, nozes… todas podem entrar na dieta, contanto que as maiores não ultrapassem de duas unidades por lanche e as menores por volta de cinco unidades.

Barrinhas
O consumo delas merece cuidado. O importante aqui é ler o rótulo para evitar as opções com açúcar, gorduras saturadas ou trans e sódio.

Chás
Enquanto o suco tem a desvantagem de perder algumas vitaminas ao longo do tempo, o chá traz o benefício de poder ser levado de casa para o trabalho sem grandes perdas. O chá verde é um excelente opção p/ quem quer perder peso, por exemplo.

Alimentação X Herpes

Algumas modificações na dieta podem ser eficazes, já que com a imunidade em alta, fica mais difícil de o vírus aparecer. Veja as dicas:

Probióticos? Sim!
Microorganismos vivos (bactérias benéficas) que recuperam a microbiota intestinal e fortalecem o sistema imunológico. Encontrados em cápsulas ou saches (pó).

Contra o vírus: óleo de coco e óleo de alho
Ambos possuem propriedades antibactericidas, antifúngicas e antivirais. Fortalecem o sistema imunológico, aumentando a resistência do organismo.

Chia e linhaça:
São boas fontes de ômega-3, capaz de melhorar o sistema imune. Também podem ser encontradas na forma de óleo.

Aminoácido do bem 
A lisina protege o corpo contra a ação do vírus e evita a ação do mesmo sob o organismo. O mecanismo explicativo para que isso ocorra é que por meio da lisina, o corpo passa a produzir enzimas, hormônios e anticorpos, que ajudarão no combate à doença. Boas fontes alimentares deste aminoácido são: ovos, peixes, soja e iogurte natural.

Sinal de alerta! 
Sabe-se que um nutriente chamado arginina é capaz de estimular a replicação e o crescimento do vírus. Deve ser evitado por aqueles que freqüentemente apresentam as feridas características da doença.

Alimentos fontes de arginina são: chocolate, milho, aveia e oleaginosas.

Fonte: http://www.mundoverde.com.br

Documentário Muito Além do Peso

Esse documentário é do tipo tem que assistir.

É muito triste. Crianças de 4 anos com diabetes, bebês com menos de 1 ano de idade que tomando coca-cola na mamadeira, além dos problemas de pressão alta, diabetes, e até trombose, pasmem! Fora os exames médicos comparados aos de um idoso de 70 anos! 

As estatísticas são muito tristes. Depoimentos de crianças que estão totalmente envolvidas com comidas NADA nutritivas, aqueles que idolatram os maus alimentos (com o caso do menino que troca material escolar pelo lanche dos amigos). 

Vale a pena assistir e refletir sobre o futuro dessas crianças, que está em nossas mãos.

Divulguem!

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Lichia

Além de levíssima, a lichia é uma ótima aliada no emagrecimento graças a uma substância que regula as células de gordura. Guarde o nome dela: cianidina

Se o critério para fazer parte da sua dieta, ainda mais no verão, é não pesar na balança, saiba que essa fruta de origem chinesa é uma das menos calóricas, ainda mais se comparada com outras delícias que aportam nos supermercados nesta época de festas de final de ano.

A licha tem apenas 6 calorias, o que representa, mais ou menos, 0,3% do que um adulto pode comer ao longo de um dia. Ou seja, se devorar dez unidades suculentas, só irá gerar energia o suficiente para tostar em uma atividade bem simples, como fazer a cama ou arrumar a mala para um final de semana na praia. Algo assim.

Mas a leveza do fruto não é o único argumento a seu favor na discussão de estratégias antiobesidade. Veja que curioso: um estudo da Universidade de Hokkaido, no Japão, analisou a perda de gordura abdominal em voluntários que receberam extrato de lichia. Ao final de dez semanas, eles derreteram 15% a mais de gordura na região da barriga do que os participantes tratados com placebo, explica o médico  que conduziu a pesquisa. Ele até revelou sua suspeita: o efeito se deve à cianidina.

A cianidina é um pigmento que tinge a casca de vermelho e, apesar da brancura da polpa, também se faz presente nela, ainda que em quantidades bem menores — mas incrivelmente eficientes na ação sobre as gorduras. Vale lembrar que não existem alimentos milagrosos para o emagrecimento. A lichia pode, sim, dar uma força se associada a uma dieta equilibrada e à prática de atividade física para cumprir essa função. A pesquisa não determinou a quantidade ideal de frutinhas a ser consumida para perder centímetros na cintura. Então coma à vontade, sem dispensar acompanhamentos saudáveis.

Outro encanto da lichia é ser uma fonte de vitamina C: com apenas seis frutas, você já alcança a recomendação de ingestão diária do nutriente de um jeito doce. A vitamina estimula o sistema imunológico, aumenta a resistência às infecções, auxilia a cicatrização de feridas, aumenta a absorção do ferro pelo intestino e evita o envelhecimento precoce.

Já o mineral que aparece em maior abundância no fruto chinês é o potássio. Ele atua no equilíbrio da água do organismo, ajuda no armazenamento de proteínas musculares, na função renal, na contração do músculo cardíaco e no relaxamento muscular em geral. O potássio também é conhecido por seu poder anticâimbras e, por isso, pode ser consumido em boas doses por quem pratica atividade física.

Fonte: http://www.saude.abril.com.br

Comida Japonesa

O gohan (arroz usado no recheio do temaki e do sushi) é apontado como um dos riscos do restaurante japonês. Porém, o verdadeiro perigo é o shoyu – que, segundo os orientais, deve ser usado com parcimônia, mas os brasileiros abusam: mergulham a comida nesse molho que, por ter muito sódio, faz o organismo reter líquido. É melhor optar pelo shoyu light e, mesmo assim, maneirar. Outra armadilha é o molho tarê (shoyu + açúcar). Recuse-o e fique atenta às opções que levam roll, skin ou crispy no nome. São preparações fritas e, claro, calóricas! Pelo mesmo motivo, fuja do tempurá (legumes empanados) e divida a porção de teppan (peixe grelhado, mas feito com muito óleo). A dieta também agradece se você preferir o sushi e o temaki sem maionese ou cream cheese. Vai pedir yakissoba? Peça a versão com proteína (frango ou carne), pois sacia mais e tem só 70 calorias a mais que o yakissoba de legumes.

Calorias do Cardápio

• Temaki de salmão (cone de alga recheado de arroz e salmão cru, sem maionese /1 unidade média) = 197 calorias

• Temaki de atum (cone de alga recheado de arroz e atum cru, sem maionese /1 unidade média) = 165 calorias

• Rolinho primavera doce (bolinho frito recheado de banana com chocolate /1 unidade) = 156 calorias

• Temaki califórnia (cone de alga recheado de arroz, kani kama, manga, pepino e abacate /1 unidade média) = 111 calorias

• Hot roll (rolinho de alga empanado recheado com arroz/1 unidade) = 90 calorias

• Shimeji no alumínio (shimeji, shoyu, saquê e manteiga/1 porção pequena) = 92 calorias

• Rolinho primavera de carne (bolinho frito recheado de carne/1 unidade) = 83 calorias

• Guioza (bolinho no vapor recheado de carne de porco/1 unidade) = 68 calorias

• Sushi de salmão (rolinho de alga recheado com arroz e salmão cru/1 unidade) = 65 calorias

• Tempurá de camarão (camarão empanado /1 unidade) = 61 calorias

• Sunomono (pepino em conserva/1 potinho) = 60 calorias

• Tempurá de legumes (berinjela ou couve-flor empanada/1 unidade) = 69 calorias

• Missoshiro (sopa à base de pasta fermentada de soja com tofu ou legumes /1 porção) = 60 calorias

• Sushi de atum (rolinho de alga recheado com arroz e atum cru/1 unidade) = 35 calorias

• Califórnia (rolinho de alga recheado com arroz, kani kama, manga, pepino e abacate/1 unidade) = 25 calorias

• Tekkamaki (rolinho de alga recheado de arroz e peixe cru/ 1 unidade) = 24 calorias

• Uramaki (rolinho de arroz recheado com alga e peixe cru/ 1 unidade) = 24 calorias

• Kappamaki (rolinho de alga recheado com arroz e pepino/1 unidade) = 19 calorias

• Sashimi de salmão (salmão cru/1 fatia) = 15 calorias

• Sashimi de linguado (linguado cru/1 fatia) = 10 calorias

• Sashimi de polvo (polvo cru/1 fatia) = 8 calorias

Fonte: http://www.boaforma.com.br

10 alimentos que parecem saudáveis, mas não são!

Barrinha de cereais, leite de soja e peito de peru são apenas algumas opções que você compra pensando na saúde do seu filho. Apesar da cara de nutritivos, cuidado: é preciso consumi-los com moderação

1 – Barrinha de cereais
Elas prometem ser uma ótima opção para o lanche das crianças porque são práticas de armazenar e contêm fibras – nutrientes que aumentam a sensação de saciedade, dão energia e ajudam no funcionamento do intestino e na absorção de gorduras. O problema é que muitas das barrinhas de cereais que existem no mercado são, na verdade, ricas em açúcar e sódio. Para saber se a que você compra é assim, compare os ingredientes que estão no rótulo. O que vem primeiro é o que está em maior quantidade, então procure marcas em que a fibra esteja no começo da lista. Prefira as de fruta, que são menos gordurosas, e as que contêm flocos de milho, mel, aveia e castanhas. A lecitina de soja, substância usada para dar liga no alimento, pode causar alergia nas crianças. Tente fazer uma barrinha mais natural em casa ou substituí-la pela bananada (doce de banana em massa) sem açúcar, que também tem fibra e mais vitaminas. Nesse caso, a banana não é desidratada, como na barrinha, mantendo seus nutrientes.

2 – Suco de caixinha
Algumas dessas bebidas, também chamadas de néctar de fruta, têm tanto quanto ou até mais açúcar do que os refrigerantes. São até duas colheres de sopa a cada 200 ml, além de uma quantidade grande de sódio, substância que, em excesso, pode sobrecarregar os rins e aumentar as chances de a criança ter pressão alta no futuro. Os corantes e aromas também aparecem no suco de caixinha (inclusive nos de soja), ou seja, mais química ainda. A saída é alterná-lo com o suco natural (ou água mesmo!). Você pode dar o industrializado no lanche, por exemplo, e o caseiro, no jantar. Na lancheira térmica, o suco natural dura até três horas sem estragar. Para aumentar a duração da bebida, misture-a com água de coco, que retarda o processo de oxidação, é um hidratante natural e não tem muito sódio nem na versão das prateleiras. Outra alternativa são os sucos prontos integrais, que não têm açúcar e só precisam ser dissolvidos em água. Mas não abuse. Qualquer tipo de suco deve ser consumido no máximo duas vezes ao dia, pois são calóricos – pense que, para fazer apenas um copo do de laranja, é preciso três frutas!

3 – Peito de peru
Apesar de ser visto como uma alternativa melhor do que o presunto, os dois têm a mesma quantidade de sódio e gordura porque são uma mistura de carne e pele (eca!) do animal. Para conservar o produto, as indústrias usam nitritos e nitratos, substâncias químicas que, segundo algumas pesquisas, podem causar câncer se consumidas por muito tempo. Por isso, libere esses alimentos embutidos ou processados (e, nessa categoria, entra também a salsicha e a mortadela) apenas uma vez por semana, de preferência a versão sem capa de gordura.

4 – Sobremesa láctea
As sobremesas lácteas (como o queijo petit suisse ou aquelas sabor chocolate, baunilha…), fazem sucesso com as crianças porque são bem docinhas e saborosas. Mas não se engane pela aparência de iogurte, pois elas têm bem menos quantidade de cálcio – um mineral essencial para o crescimento e fortalecimento dos ossos, dentes e cabelos. Além disso, esses produtos são gordurosos e têm pouca proteína. No lugar da fruta, mais nutritiva, muitos contêm aromas e corantes artificiais, que devem ser evitados nos primeiros anos de vida pois estão relacionados a uma série de problemas – de alergia à hiperatividade. Os corantes amarelos e vermelhos são os mais perigosos. Sempre que possível, substitua por uma mistura de iogurte natural com a fruta que ele mais gosta. Basta bater essa combinação no liquidificador ou amassá-la com um garfo. Se o seu filho quiser algo mais doce, coloque açúcar mascavo.

5 – Leite de soja
A soja é classificada como um alimento saudável, mas nem sempre é uma boa ideia oferecê-la para as crianças. Isso porque pode ser tão alergênica quanto a lactose, presente no leite de vaca. A soja é uma proteína de difícil digestão, por isso, pode causar alergias alimentares em crianças menores de dois anos, que têm um sistema digestivo imaturo. Alguns especialistas até questionam o nome “leite”, já que ele não oferece os mesmos nutrientes, como os aminoácidos e o cálcio. Se o seu filho tem intolerância à lactose, você já encontra bebidas com adição de cálcio. Também vale substituir por leite de arroz e amêndoas.

6 – Bisnaguinha
Ela é molinha e fofinha graças a muuuita gordura hidrogenada! Esse tipo de pão é feito de farinha branca e açúcar, ou seja, tem poucos nutrientes e nada de fibras. Não faz mal oferecê-lo uma vez por semana, mas, nos outros dias, opte pela versão integral ou de fôrma, recheando com requeijão ou até geleia, contanto que seja sem açúcar. Os pães de padaria ou feitos em casa, naquelas panificadoras portáteis, também são ótimos substitutos, pois têm menos conservantes. Outra opção rápida e saudável: minipizza de pão sírio! Chame seu filho para ajudar você a montar essa delícia com muçarela de búfala, queijo prato ou queijo branco, tomate – pode ser o cereja, que as crianças adoram – e algumas folhinhas de manjericão fresco. Aí, é só colocar no forno em fogo baixo por 15 minutos e se deliciar.

7 – Frozen yogurt
Eles parecem saudáveis por conta do iogurte, que tem pouca gordura e é fonte de cálcio. Realmente são uma boa opção, mas só se a marca de frozen usar iogurte de verdade em sua formulação. Em 2011, o Proteste analisou oito lojas e constatou que apenas uma usava mesmo a bebida láctea, enquanto as outras misturavam sorvete comum ou à base de iogurte. Esses últimos têm gordura saturada e trans, que aumentam o colesterol ruim e ainda diminuem o bom. Para se proteger dos “falsos”, analise o rótulo (quando tiver) e pergunte a porcentagem de gordura (quanto mais próxima de zero, melhor). Ah, e controle as coberturas escolhidas pelo seu filho, que costumam ser uma bomba calórica.

8 – Cereal matinal
Já reparou no que sobra no saquinho quando acaba o cereal do seu filho? Açúcar puro. Pode ser uma boa fonte de energia, já que cada grão do cereal é um grão de milho, mas só. É possível conseguir a mesma quantidade de carboidratos em outros alimentos, como pão integral e mingau. Há, no entanto, opções sem açúcar (em geral, destinadas aos adultos). Você pode adicionar uma fruta, como banana ou morango, para deixar a mistura mais docinha. Depois que seu filho tiver um ano, também dá para usar mel. Se quiser usar açúcar mesmo, prefira o cristal (uma colher de chá basta), que é menos processado do que o refinado.

9 – Empanados de frango 
Parece carne de frango, mas o empanado é o que os nutricionistas chamam de compensado, uma mistura de ingredientes nada nutritivos, como partes de frango, pele, farinha e leite em pó. Então, mesmo que você faça assado em vez de frito, ele não é saudável. Para piorar, o que dá gosto à mistura é o glutamato monossódico. A substância realça o sabor e interfere no paladar da criança, deixando a papila gustativa acostumada a esse tipo de alimento. Muitas vezes o empanado industrializado é usado como substituto da carne de boi ou de frango, que são proteínas completas. Só que eles não são equivalentes. Uma opção é fazê-lo em casa. Não tem tempo? Então, para suprir a quantidade de proteínas da carne, que tal cozinhar cerca de quatro ovos de codorna? O preparo vai levar os mesmos cinco a dez minutos.

10 – Produtos light e diet
Se você tinha a impressão de que poderia consumi-los sem restrições, esqueça! Para crianças, os diet e os light são indicados apenas em casos de doenças como obesidade e diabetes. Achar que eles podem ser servidos à vontade, já que têm menos açúcar e gordura, é um erro. Isso porque o fabricante adiciona sódio para manter o sabor. Então, melhor ingerir uma quantidade menor da versão tradicional do que o dobro da light. E a criança precisa de energia para crescer, então não é indicado tirar totalmente o açúcar da dieta – lembrando que ele é encontrado em vários alimentos, como frutas e massas.

Eles são saudáveis, quem diria

Atum enlatado
A versão conservada em água em vez de óleo é fonte de ômega 3 e tem gordura boa. Bom substituto para os embutidos.

Legumes congelados
São práticos e têm boa conservação de nutrientes e fibras. O congelamento faz com que percam apenas um pouco de vitamina C.

Pipoca
É rica em fibras e substâncias antioxidantes, que podem prevenir até câncer. Mas preste atenção no preparo: de micro-ondas não vale. Faça na panela com um fio de óleo vegetal. E não exagere no sal!

Fonte: http://www.revistacrescer.globo.com

Fruta da vez: Melão

Composto de 80% de água, o melão hidrata mesmo quando consumido aos pedaços. Se você preferir transformá-lo em suco vá em frente, mas evite coar. Do contrário, você elimina boa parte das fibras que também estão presentes na polpa e são muito bem-vindas. Elas garantem o poder da fruta em eliminar toxinas e a desinchar, o que ajuda muito na conquista de uma barriga mais lisinha. E, por ter poucas calorias – só 30 em uma fatia média (100 gramas) -, o melão facilita a perda de peso!

Controlar a fome é seu maior desafio? O melão continua sendo um grande aliado. Rico em pectina, um tipo de fibra na forma de gel, ele aumenta rapidamente a sensação de saciedade. Experimente incluir pedaços da fruta na salada: o apetite diminui bastante logo no começo da refeição, evitando que você exagere nos pratos mais pesados. A dieta também fica mais gostosa: com textura macia e sabor levemente adocicado, o melão combina com as folhas verdes, especialmente as ardidinhas como rúcula e agrião.

O melão está na lista dos alimentos funcionais – ou seja, ele carrega substâncias que, além de nutrir, reduzem a retenção de líquidos, melhoram o funcionamento do intestino e reforçam o sistema imunológico.

Entre os minerais, a maior estrela do melão é o potássio: são 213 miligramas em cada 100 gramas da fruta. Por estar associado ao controle da pressão arterial, o potássio é essencial à saúde do coração.  É importante fonte de vitaminas antioxidantes (A, E e C) famosas por adiar o envelhecimento precoce. Ferro (importante para combater anemia) e cálcio (indispensável para os ossos) também estão presentes nessa fruta.

Qual melão escolher

Amarelo valenciano. Redondinho e com a casca amarela e rugosa, é facilmente encontrado no Brasil. A polpa é firme e a cor varia de branco esverdeado a creme. É o mais magrinho de todos (tem 25 calorias em uma fatia média/100 gramas) e, depois de maduro, é o que dura mais, além de ter o menor preço.

Cantalupo. Seu nome é o mesmo de uma vila italiana, onde supostamente foi cultivado pela primeira vez no século 17. A textura da casca lembra o desenho de uma rede e, por isso, também é conhecido por melão de rede. Tem formato redondo ou oval e sabor bastante doce. Quanto mais intensa a cor da polpa, que vai do amarelo-alaranjado ao salmão, maior é a concentração de vitaminas A e E. Esse tipo também supera os outros em potássio (309 miligramas em 100 gramas). Mas é sensível ao transporte e estraga rapidamente depois de maduro.

Pele-de-sapo. A casca levemente rugosa e de coloração verde-clara com pequenas manchas verdeescuras são responsáveis pelo nome desse melão. Oval ou alongado, ele tem a polpa branca ou esverdeada com textura entre média e macia. É uma das variedades menos doces, mas ganha na quantidade de líquido.

Gália. Esse tipo israelense é produzido especialmente no nordeste do Brasil. Quando amadurece, a casca fica amarela e ganha estrias finas. A polpa é macia, de cor branca ou esverdeada, e tem aroma marcante. Seu sabor lembra o do cantalupo.

Fonte: http://www.boaforma.com.br